As leituras em 2019

Da literatura que frui em 2019, além da releitura recorrente de Jorge Luís Borges e Octavio Paz, ficaram na memória alguns que destaco aqui e recomendo. Adianto, nem todos são lançamentos recentes. Recente é minha leitura. Aí vão:
O livro dos jardins, de Ana Martins Marques
Cânon e Fuga, de Gerardo Mello Mourão
Que fim levaram todas as flores, Otto Leopoldo Winck
Construtor de ruínas, de Eliane Brum
O corpo encantado das ruas, Luiz Antonio Simas
Sobre os ossos dos mortos, Olga Tokarczuk
Ideias para adiar o fim do mundo, Ailton Krenak
Os anos felizes, do Ricardo Piglia
A agência de viagens, de Krystyna Dąbrowska
Ata, do Moacir Amâncio

Agora estou a ler vários ao mesmo tempo, como sempre faço. Das crônicas deliciosas do Carneiro Neto no livro É disso que o povo gosta, passando pela poesia da Wisława Szymborska e o Pequeno tratado das grandes virtudes, do Comte-Spoville. Comecei a ler O homem que amava os cachorros, de Leonardo Padura, e estou amarrado na narrativa que tem como centro o assassinato de Trotsky pelo militante stalinista Ramón Mercader. Belo presente do Dico Kremer.

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